Ela colocou um vestidinho colorido
Um All Star branco, na unha um
vermelho 40 graus e ficou a espera!
Jogou os negros cabelos para o lado
e uma Halls na boca pra matar a ansiedade,
ouviu Colbie Caillat e ficou a espera!
O caminho mais longo pode ser o caminho mais curto! Continue a Seguir Viagem.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Roda Gigante

Meus medos, fiquei pensando sobre eles.
Lembrando as situações inusitadas pelas
quais já tive que passar, algumas não
tiveram tanta importância assim, porém,
o trauma de roda gigante eu nunca venci!
Meu pai sempre me desafiava a perder o
medo. Passava a tarde toda segurando o
banco da bicicleta até que eu conseguisse
andar sem as rodinhas de apoio. Me disse
por qual lado subir no cavalo, como colocar
o arreio e depois... depois ele torcia pra bicho
empinar e eu gritar desesperada! Acelerava mais
a moto fazendo altas curvas e sempre gritava
com o capacete aberto: "aperta a perna na minha
e inclina o corpo pra onde eu estiver virando"
Tudo isso foi depois dele começar a me desafiar,
a primeira vez foi com o medo de roda gigante!
Era criança quando na festa da cidade e eu fui toda
feliz pro parque de exposição, maça do amor, bolas
coloridas, carrinho de bate-bate e lá estava a tal
roda gigante! Me senti mais segura por ele não
me deixar ir sozinha, foi comigo!
Quando eu começei a gostar ela simplesmente
travou, estavamos na posição mais alta e naquele
tempo tudo ainda era grande demais pra mim e
tudo ficou alto demais, meu pai começou a berrar
com o operador do brinquedo e eu começei a chorar ...
Depois de uns 15 minutos eternos a roda voltou a girar!
Meu pai não desistiu de quebrar meu medos, eu não
aprendi algumas coisas e outras não voltei a erra.
Nunca mais entrei em uma Roda Gigante.
Não encontrei alguem em que confiaria o bastante
pra fazer isso por mim. Alguem que estaria ali por
mim, que enfrentasse junto comigo os meus medos.
Eu não precisarei dizer o que estou sentindo, pois
esse alguem saberá o que estou passando e não será
aquele que me abandonará quando a roda gigante
parar!
P.S Pai obrigada por me ajudar, até onde você
pode, a enfrentar os meus medos!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Joelhos no Chão

O que realmente eu estou esperando? O que ainda
falta acontecer? O medo amordaça minha fala e eu
simplesmente não consigo dizer o que é preciso.
Não faço a menor idéia de como será carregar o
peso da responsabilidade daqui pra frente.
A gente pede pra você fazer o que quiser daquilo
que pensamos ser e no final das contas não temos
a coragem de admitir que já entendemos o que
você quer fazer! Não me sinto capaz, não me sinto
boa o suficiente, e o que tem haver o que eu sinto
quando é você que irá cuidar disso por mim?
Você roubou meu coração e me deixou sem folego,
está agora no mais profundo da minha alma e está
colocando tudo pra fora e isso doi. E não importa
a dor, você está comigo! Pode doer o quanto for
o sangue já foi derramado, você já morreu e agora
eu preciso me comover.
Você é tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso ...
Estava em uma capsula totalmente congelada e sua
luz, seu calor derreteu tudo. Me ensine a respirar,
me ensine a andar, me dê sua mão Pai ...
Fale comigo, pois eu preciso lhe ouvir!
Você é a luz que agora me guia, Senhor, tu és a luz
que guia meus passos. Não posso mais seguir essa
viagem por conta própria, tudo será diferente e não
me esquecerei disso, meus passos estão firmados na
tua palavra e daqui pra frente meus joelhos se dobram
diante da tua presença, você marcou minha alma!
Por onde eu for e tudo o que eu fizer é por sua direção,
e se é pra assumir responsabilidades e se é pra correr
riscos e se é pra ser lider eu serei. Você estará comigo
e eu terei paz novamente!
Senhor, tu és a luz que me guia ...
(Senhor, tua luz guia meus passos e você não me deixará cair,
isso ficará pra sempre marcado em minha alma!)
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Saudades do Jardim!

Fico então a imaginar o que eu faria
neste sábado. Passear com um labrador
preto que não é meu, assistir um filme
em uma sala que eu ainda não conheço.
Antes fosse apenas isso ...
Algo na minha essência já teve Deus bem
perto, em um jardim maravilhoso onde
minha função era desfrutar da presença
constante, do respirar próximo ao meu
criador. Cuidar dos animais, e também
te-los de certa forma para mantimento.
Minha capacidade de expressar emoções,
agir voluntariamente indica toda a particularidade
que tenho como meu criador e sinto uma falta
enorme desde convivio mais íntimo!
Sei que pode parecer estranho, mas é uma
saudade nebulosa, umas visões falhadas
intorpecidas pelo pecado que contaminou
essa moradia no jardim! Fomos expulsos
e passamos a vagar pela Terra na esperança
de estarmos mais um fez em um lindo jardim,
onde do Trono corre um rio de águas puras!
Voltando a pensar ... lembro-me de FlorBela Espanca ...
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais;
há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu
nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa;
sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta,
atormentada, uma alma que não se sente bem onde está,
que tem saudade… sei lá de quê!"
Incrivel como me sinto descrita neste texto da FlorBela!
Estamos aqui apenas de passagem, não fazemos parte
desde mundo. Nosso alvo é o Jardim, é o Gênesis!
Lembro-me ainda da Carta a Diogneto onde temos
uma breve definição do mistério de ser cristão:
"Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, graças ao talento e especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano. Pelo contrário, vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida social admirável e, sem dúvida, paradoxal. Vivem na sua pátria, mas como forasteiros; participam de tudo como cristãos e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é pátria deles, e cada pátria é estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Põem a mesa em comum, mas não o leito; estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu;"
Terminando,
Sinto essa saudade do colo do Pai, saudade por imaginar
tudo o que ainda vou viver e saudade por esta sexta ser
apenas uma vírgula. Assim como uma frase fica incompleta
caso você não termine o raciocínio depois da vírgula,
minha sexta será incompleta!
neste sábado. Passear com um labrador
preto que não é meu, assistir um filme
em uma sala que eu ainda não conheço.
Antes fosse apenas isso ...
Algo na minha essência já teve Deus bem
perto, em um jardim maravilhoso onde
minha função era desfrutar da presença
constante, do respirar próximo ao meu
criador. Cuidar dos animais, e também
te-los de certa forma para mantimento.
Minha capacidade de expressar emoções,
agir voluntariamente indica toda a particularidade
que tenho como meu criador e sinto uma falta
enorme desde convivio mais íntimo!
Sei que pode parecer estranho, mas é uma
saudade nebulosa, umas visões falhadas
intorpecidas pelo pecado que contaminou
essa moradia no jardim! Fomos expulsos
e passamos a vagar pela Terra na esperança
de estarmos mais um fez em um lindo jardim,
onde do Trono corre um rio de águas puras!
Voltando a pensar ... lembro-me de FlorBela Espanca ...
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais;
há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu
nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa;
sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta,
atormentada, uma alma que não se sente bem onde está,
que tem saudade… sei lá de quê!"
Incrivel como me sinto descrita neste texto da FlorBela!
Estamos aqui apenas de passagem, não fazemos parte
desde mundo. Nosso alvo é o Jardim, é o Gênesis!
Lembro-me ainda da Carta a Diogneto onde temos
uma breve definição do mistério de ser cristão:
"Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, graças ao talento e especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano. Pelo contrário, vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida social admirável e, sem dúvida, paradoxal. Vivem na sua pátria, mas como forasteiros; participam de tudo como cristãos e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é pátria deles, e cada pátria é estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Põem a mesa em comum, mas não o leito; estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu;"
Terminando,
Sinto essa saudade do colo do Pai, saudade por imaginar
tudo o que ainda vou viver e saudade por esta sexta ser
apenas uma vírgula. Assim como uma frase fica incompleta
caso você não termine o raciocínio depois da vírgula,
minha sexta será incompleta!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
(...)
Talvez não precisamos concluir nada, e o que nos basta são vírgulas e no final do dia reticencias...
Ainda tomaremos um café juntos!
Ainda tomaremos um café juntos - Willian Shakespeare
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só
palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo
com bolas de golf.
Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e
imediatamente todos disseram que sim.
O professor então pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a
dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as
bolas de golf.
O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a
ouvir de seus alunos que sim.
Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A
areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou
novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.
O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote
umedecendo a areia. Os Estudantes riam da situação, quando o
professor falou:
"Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas.
As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a
família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e
repletas de felicidade.
As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a
casa bonita, o carro novo, etc.
A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos
colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para
as bolas de golf e para as de gude.
O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e
energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas
realmente importantes.
Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.
Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com
os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus
e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte
favorito... Sempre haverá tempo para as outras coisas,
mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.
O resto é apenas areia."
Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café.
O professor respondeu:
"Que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para
demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre
haverá lugar para tomar um café com um amigo.
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só
palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo
com bolas de golf.
Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e
imediatamente todos disseram que sim.
O professor então pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a
dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as
bolas de golf.
O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a
ouvir de seus alunos que sim.
Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A
areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou
novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.
O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote
umedecendo a areia. Os Estudantes riam da situação, quando o
professor falou:
"Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas.
As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a
família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e
repletas de felicidade.
As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a
casa bonita, o carro novo, etc.
A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos
colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para
as bolas de golf e para as de gude.
O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e
energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas
realmente importantes.
Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.
Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com
os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus
e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte
favorito... Sempre haverá tempo para as outras coisas,
mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.
O resto é apenas areia."
Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café.
O professor respondeu:
"Que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para
demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre
haverá lugar para tomar um café com um amigo.
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